segunda-feira, 13 de setembro de 2010

WINDOWS X MAC X LINUS

LONGA VIDA AO WINDOWS XP



Deixemos de lado o furor causado pelo Windows Vista. Antes de irmos para o novo rebento da Microsoft, vamos falar algumas palavras sobre o bem conhecido XP. Apesar de sua reputação de limitado em termos de segurança, rapidamente se tornou um sistema operacional bem-sucedido.

Antes dele (e seu admirável antecessor, o Windows 2000), os sistemas da Microsoft travavam, apresentavam erros e falhavam toda semana e às vezes todo dia.

Não que as falhas não aconteçam mais, mas fi caramde guerra. O Service Pack 2, o Windows Security Center e o Internet Explorer 7 taparam muitos buracos, mas o XP ainda será o alvo preferido de hackers, crackers e malwares por muito tempo. Os firewalls, programas antivírus e proteção contra spywares vão continuar importantes como sempre.

Segundo a Forrester Resaerch, 40% das empresas clientes de Windows irão migrar para o Vista no próximo ano; e a adoção por parte dos consumidores comuns irá crescer gradualmente de 12 milhões de usuários no primeiro ano para 73 milhões em quatro anos.

A Microsoft continuará a lançar os pacotes de reparos do XP por pelos menos cinco anos depois do lançamento do Service Pack 3 (previsto para 2008). Então, não há motivo para ter pressa e correr logo atrás do Vista.




MORDIDA NA MAÇÃ


Disposto a uma mudança mais radical? Apesar de o sistema operacional da Apple e o Windows geralmente permitirem a realização das mesmas tarefas, a interface Mac mostra ter menos camadas, níveis e configurações ocultas.

E nem é preciso dar adeus ao Windows. O Boot Camp, da Apple, permite que Macs baseados em chips Intel executem Windows e outros

sistemas operacionais x86 (como o Linux, por exemplo).

Agora tantos os aficionados quanto os usuários normais que gostam da simplicidade do OS X, mas precisam trabalhar em aplicativos Windows XP, Vista ou Linux, podem ter todos esses sistemas operacionais num só computador.

A Apple ainda não permite que o OS X seja executado em sistemas “não-Mac”, o que deixa o hardware da Apple como o único capaz de ter todos os sistemas operacionais. E com a adição de softwares de virtualização gratuitos da Parallels e da VMWare, os Macs podem executar esses sistemas operacionais simultaneamente.

O programa da Parallels ainda oferece um atributo único e curioso, o Coherence, que executa aplicativos virtua lizados do Windows lado a lado com os programas do OS X. Neste momento, as duas empresas trabalham para acrescentar aceleração 3D a seus produtos, o que poderia fazer dos games em sistemas operacionais virtualizados uma realidade.

Mas a maior novidade da Apple será o lançamento do Mac OS X 10.5, também conhecido como Leopard.

A atualização promete uma pequena, mas desejável, coleção de novos atributos, incluindo a Time Machine (um novo sistema de backup automático que permite a alternância entre versões antigas do arquivo).

O Leopard ainda trará suporte para listas de tarefas fixas e integradas em e-mail, uma expansão da ferramenta de busca Spotlight e um atributo de área de trabalho virtual parecido com o Exposé.



NOS DOMÍNIOS DO PINGUIM



Distribuições como o popular Ubuntu ainda têm um longo caminho a percorrer para mudar a fama do Linux de sistema complexo e de difícil instalação – mas não há como negar que já foi feito um grande progresso.

O CD de inicialização do Ubuntu, o DesktopCD,permite que o usuário veja como quer o Linux (e um pouco de como o sistema gostaria que seu PC fosse) sem precisar instalar nada no disco rígido. Alguns cliques a mais e logo se tem espaço para o Ubuntu e para configurá-lo no HD, junto com o Windows.

Uma vez com o sistema operacional no lugar, alguns poucos aplicativos simples permitirão que o usuário escolha e instale diversos programas gratuitos, incluindo os de produtividade, multimídia e desenvolvimento.

Uma outra distribuição popular, o OpenSuSE, da Novell, oferece utilitários de configuração e bibliotecas de aplicativos tão fáceis de navegar quanto os do Ubuntu. Ambas as versões Linux possuem correções de bugs freqüentes e atualizações automáticas. E os fãs do Linux ainda poderão escolher entre dúzias de interfaces, incluindo as famosas Gnome e KDE.

Com sua requisição mínima de hardware e segurança sólida, o Linux é uma boa opção . Graças ao dual boot e opções de virtualização, incluindo diversos aplicativos de código livre e gratuitos, é possível experimentar o Linux mais atual sem precisar abrir mão de seu atual sistema operacional.

Fonte : http://pcworld.uol.com.br/reportagens/2007/05/10/idgnoticia.2007-05-10.8781921411/

Vagner de Souza

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