quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Tecnologia da informação e comunicação (TIC)

Tecnologia da informação e comunicação (TIC)


Tecnologia da informação e comunicação (TIC) pode ser definida como um conjunto de recursos tecnológicos, utilizados de forma integrada, com um objetivo comum. As TICs são utilizadas das mais diversas formas, na indústria (no processo de automação), no comércio (no gerenciamento, nas diversas formas de publicidade), no setor de investimentos (informação simultânea, comunicação imediata) e na educação (no processo de ensino aprendizagem, na Educação a Distância).

O desenvolvimento de hardwares e softwares garante a operacionalização da comunicação e dos processos decorrentes em meios virtuais. No entanto, foi a popularização da internet que potencializou o uso das TICs em diversos campos.
Através da internet, novos sistemas de comunicação e informação foram criados, formando uma verdadeira rede. Criações como o e-mail, o chat, os fóruns, a agenda de grupo online, comunidades virtuais, web cam, entre outros, revolucionaram os relacionamentos humanos.
Através do trabalho colaborativo, profissionais distantes geograficamente trabalham em equipe. O intercâmbio de informações gera novos conhecimentos e competências entre os profissionais.
Novas formas de integração das TICs são criadas. Uma das áreas mais favorecidas com as TICs é a educacional. Na educação presencial, as TICs são vistas como potencializadoras dos processos de ensino – aprendizagem. Além disso, a tecnologia traz a possibilidade de maior desenvolvimento – aprendizagem – comunicação entre as pessoas com necessidades educacionais especiais.
As TICs representam ainda um avanço na educação a distância. Com a criação de ambientes virtuais de aprendizagem, os alunos têm a possibilidade de se relacionar, trocando informações e experiências. Os professores e/ou tutores tem a possibilidade de realizar trabalhos em grupos, debates, fóruns, dentre outras formas de tornar a aprendizagem mais significativa. Nesse sentido, a gestão do próprio conhecimento depende da infraestrutura e da vontade de cada indivíduo.
A democratização da informação, aliada a inclusão digital, pode se tornar um marco dessa civilização. Contudo, é necessário que se diferencie informação de conhecimento. Sem dúvida, vivemos na Era da Informação.




Aluno: Fernando Santos Silva
http://www.infoescola.com/informatica/tecnologia-da-informacao-e-comunicacao/

Solfware Educacional


solfware educacional

Juntando as traduções de soft + ware, pode-se inferir que software une o conceito de “leve”, “macio” com o conceito de “artigo”, “produto”. “Leve” porque não é palpável como o hardware (hard = duro). A tradução literal seria: artigo leve. Por isso, a palavra software, assim com a palavra hardware não possuem tradução para o português.


Softwares são programas de computador, que por sua vez, designam um conjunto de instruções ordenadas que são entendidas e executadas pelo computador. Existem dois tipos principais de softwares: os sistemas operacionais (softwares básicos que controlam o funcionamento físico e lógico do computador) e os softwares aplicativos (executam os comandos solicitados pelo usuário, como os processadores de texto e planilhas eletrônicas). Dois outros tipos de softwares que contém elementos dos softwares básicos e dos softwares aplicativos, mas que são tipos distintos, são: os softwares de rede, que permitem a comunicação dos computadores entre si, e as linguagens de programação, que fornecem aos desenvolvedores de softwares as ferramentas necessárias para escrever programas.
Dentre as diversas ferramentas que auxiliam os educandos no processo de aprendizagem tem-se o computador como um grande aliado. O computador, representando as diversas ferramentas da informática e os softwares educativos usados na educação, torna-se cada vez mais um amplificador de potencialidades na capacitação e aperfeiçoamento de alunos, professores e das próprias instituições de ensino.
Os softwares podem ser considerados programas educacionais a partir do momento em sejam projetados por meio de uma metodologia que os contextualizem no processo ensino-aprendizagem. Desse modo, mesmo um software detalhadamente pensado para mediar a aprendizagem pode deixar a desejar se a metodologia do professor não for adequada ou adaptada a situações específicas de aprendizagem.
Quanto ao enfoque dado à aprendizagem, um software educacional pode direcionar para uma aprendizagem algorítmica ou heurística. Em um software de aprendizagem algorítmica a ênfase está na transmissão de conhecimentos, na direção que vai do sujeito que domina o saber para aquele que quer aprender. No modelo algorítmico o desenvolvedor de software tem o papel de programar uma seqüência de instruções planejadas para levar o educando ao conhecimento. Já em um software orientado pelo modelo de aprendizagem heurística predominam as atividades experimentais em que o programa produz um ambiente com situações variadas para que o aluno as explore e construa conhecimentos por si mesmo.
Quando se desenvolve um software educacional para apoio ao processo de aprendizagem, de uma determinada área de conhecimentos e de um determinado conteúdo, uma das etapas primordiais de sua produção é definir a concepção pedagógica daqueles que estão envolvidos no seu desenvolvimento e implementação. E para isso, ter um ou vários pedagogos na equipe de projeto é indispensável, o acaba ocorrendo é que grande parte das equipes de desenvolvimento de software educativo não possuem pedagogos ou então os pedagogos tem um papel meramente teórico.



Aluno: Fernando Santos Silva
http://www.infoescola.com/informatica/softwares-educacionais/

o tapa


José Antonio  

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

linux x mac qual o melhor pra substituir o windows‏

Fernando Santos Silva
Linux x Mac x Windows
A transição entre o Windows Vista e o XP está dando uma oportunidade aos concorrentes da Microsoft de mostrarem seus produtos e, quem sabe, arrebanharem alguns usuários. O Vista ainda é um tanto impraticável para muitos usuários, devido a exigência de hardware e compatibilidade. O que pode ser melhor que Windows? Um sistema fácil, bonito e estável, porém caro, ou um sistema livre, com uma grande comunidade, mas não tão amigável assim, apesar de ter melhorado muito com o passar dos anos?
Mitch Wagner e Serdar Yegulalp resolveram responder estas e outras questões em um grande artigo na Information Week, comparando, a distro mais popular de todos os tempos com o sistema de frutinha do titio Jobs. Yegulalp testou o Ubuntu Linux, enquanto Wagner ficou com o Mac OS X.
O primeiro aspecto dos dois sistemas que foi comparado é a
instalação e a migração. Se antes o Linux era complicado para ser instalado, agora muita coisa mudou, e para melhor, mas isso não significa que problemas não possam ocorrer. O autor também fala a respeito de máquinas com Linux pré-instalado, dual-boot e WINE. Já no Mac, é tirar da caixa, ligar na tomada e usar, gastando um tempo muito curto com personalizações e configurações. Além disso, a Apple possui vasta documentação para quem está migrado do Windows, além de ferramentas que automatizam esse trabalho.
Logo depois, os autores comparam suporte a hardware e gerenciamento de energia. É aquela história que todos já sabemos: na plataforma da Apple, você pode ter qualquer tipo de computador, desde um mais fraquinho como o MacMini, até o poderoso MacPro, desde que seja da Apple; no Ubuntu, a maioria dos hardwares funciona bem, mas nem todos possuem suporte no sistema do pinguim.
Na comparação de como se comportam cada um dos sistemas quando se trata de redes e conexões, o Ubuntu precisou de algumas configurações manuais, nada muito trabalhoso. Dois pontos que o autor destaca é a incompatibilidade com páginas IE-only, e a ausência de firewall no sistema, por ser desnecessário, já que há um firewall embutido no kernel Linux. No Mac, conecta os cabos ou ativa a WiFi, ajusta algumas configurações e voilà!, tudo pronto – e eu confirmo. Destaque para o serviço .Mac da Apple, e o suporte ao protocolo VNC, para login remoto, compatível com as três plataformas principais, e que funciona sem problemas.
Em se tratando de produtividade, os dois autores comparam suítes de escritório, IMs, gerenciadores de email, etc. No Ubuntu, o OpenOffice, Thunderbird, entre outros, substituem bem seus equivalentes no mundo Windows, apesar de ainda não serem tão equivalentes assim, como no caso do GIMP, que o autor diz não ser adequado ao uso profissional, pois falta suporte a CMYK, cores Pantone, esseciais para quem trabalha com artes gráficas. No Mac, Wagner teve problemas ao sincronizar seu Palm Treo, mas parecia um fanboy ao falar dos produtos disponíveis e da interface do sistema; fazer o quê, se é tudo verdade?
Na parte de entretenimento, tanto o Mac quanto o Linux ficam meio… como dizer? Desconfortáveis. Qualquer usuário de alguma dessas duas plataformas sabe que não é o forte delas, apesar de haver WINE e Parallels. Entretanto, é possível fazer um dual-boot e usar o Windows para jogar. Quando se trata de música e vídeo, a coisa muda de figura. Apesar de não vir com codecs por padrão, é possível instalar praticamente todos no Linux; já o Mac é um centro de entretenimento completo, com FrontRow, Garage Band, iPhoto, etc. Yegulalp, que ficou encarregado de testar o Linux, disse que não pôde testar como um iPod se comporta no Linux, mas eu posso dizer que, apesar dos aplicativos para gerenciamento do dispositivo não serem lá essas coisas – o gtkpod, que é o que eu uso com meu Shuffle, por exemplo, é muito lento -, eles cumprem seu papel.
A respeito de segurança, não há muito o que se dizer: os dois sistemas são Unixes, praticamente invulneráveis a malwares, mas logicamente cuidados se fazem necessários, como em qualquer sistema operacional, mesmo aquele em que se precisa entupir o computador de anti-tudo para ficar seguro.
A Microsoft vem fazendo vários acordos para tentar melhorar a interoperabilidade entre os sistemas, mas por enquanto, nos viramos como podemos para fazer estes três sistemas conversarem. E foi isso que os autores compararam nesta parte, mais especificamente virtualizações, sistemas de arquivos e rede. O Mac conversa bem com o sistema do tio Bill (e até roda ele, graças ao BootCamp), mas o Linux ainda sofre um pouquinho.
O último tópico foi denominado de “estabilidade, backup e recuperação pós-disastre” – ou algo assim. No Linux, existem pencas de opções para recuperar dados e fazer backups, gratuítas, uteis e eficientes. No Mac, boa parte das soluções são pagas, mas nada realmente custoso, a não ser que você decida fazer backups em um disco virtual do .Mac: aí, vai custar quase 100 doletas por ano, com até 4GB de capacidade. O autor que testou o Mac também comenta brevemente sobre o Time Machine, recurso que estará presente no novo felino da Apple, que virá em Outubro, coincidentemente junto com o novo Ubuntu de nome engraçado.
Concluindo, Serdar Yegulalp diz que o Linux te dá uma série de liberdades, como decidir cada aspecto de seu sistema, mas com um custo: conhecimento técnico. E arremata dizendo que se você quer algo transparente, o Linux é uma boa opção. Já Mitch Wagner diz que se a moral open source é um fator decisivo, escolher a Apple pode ser um pacto com o demo, pois tudo provém do Grande Irmão de Cupertino, desde o OS até o mouse. Em compensação, tudo funciona perfeitamente e usuários de Mac em geral são felizes com seus computadores e sistemas.
Minha conclusão: Cada sistema tem suas características e particularidades. Enquanto um é bom em uma coisa, outro é bom é outra, e assim como as pessoas possuem talentos diferentes, OSs também. Mas não adianta fazer como muitos fanboys por aí, que preferem esconder problemas óbvios de seus sistemas preferidos, como se varrer a sujeira para baixo do tapete fosse resolver a situação.

domingo, 26 de setembro de 2010

Centro de Processamento de Dados

Um Centro de Processamento de Dados (CPD), é o local onde são concentrados os equipamentos de processamento e armazenamento de dados de uma empresa ou organização. Também conhecidos pelo nome em inglês, datacenter.
Normalmente projetados para serem extremamente seguros, abrigam milhares de servidores e bancos de armazenamento de dados, processando grande quantidade de informação.
Montados em um salão protegido contra acesso indevido, tem piso elevado para possibilitar a passagem de cabos elétricos e de dados, armários metálicos (racks), onde são montados os equipamentos e um ambiente totalmente controlado.
Contam com sistemas de última geração para extinção de incêndios, sistema inteligente de detecção precoce de fumaça , e extinção de incêndio com gás inerte, para não afetar os equipamentos. O acesso é controlado por cartões eletrônicos e/ou biometria, o monitoramento permanente, o acesso por porta-eclusa.
Ar-condicionado de precisão, com monitoramento constante, mantem a temperatura constante, resfriando os equipamentos. Ambiente operacional monitorado permanentemente, em todos os aspectos, físicos e lógicos.
O suprimento de energia, além da concessionária local, usa geradores de energia de grande capacidade e fonte de alimentação ininterrupta (também comumente chamados de UPS ou no-breaks) de grande porte, montados em salas anexas, para manter os equipamentos ligados, mesmo em caso de queda no fornecimento. Datacenters consomem até cem vezes mais energia que um escritório comum.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_de_Processamento_de_Dados

Carlos Alberto

Unit promove a 6ª edição do Dia da Livre Iniciativa



Alunos de diversos cursos da universidade estão a postos para realizar diversos tipos de atendimentos gratuitos à sociedade.
CLICK NO LINK PARA VER NA INTEGRA A MATERIA NA INFONET.

Carlos Alberto

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Software Educacional


Software educativo

Software educativo é um software cujo principal propósito é o ensino ou o auto-aprendizado.[1] O objetivo principal é que o aprendiz faça uso do Software, tenha prazer em lidar com ele e possa praticar de maneira clara e objetiva.

Introdução

Educar é criar mecanismos de absorver atitudes e atos do que está a sua volta. De acordo com Tiago Lara, o homem se educa na medida em que responde a desafios. Este fato dá-se desde a antiguidade, quando na sua origem, com a necessidade de sobreviver e contando com sua inteligência e capacidade de raciocínio adquiriu cultura ao longo do tempo. Cultura que o homem dotado de intelectualidade transforma o meio em que vive, alçando novas conquistas, desvendando novos horizontes, realizando-se.
A ciência é uma das formas que o homem encontrou para evoluir-se, a conquistar seus sonhos e projetar seu futuro. E através desse mundo ideal que o homem vislumbra, estão os ideais mais nobres as ideias mais abstratas. Assim, baseado nas convicções que o computador tem um importante papel na educação, pode-se encontrar na informática um agente facilitador do ensino-aprendizagem e, precisamente no uso de softwares educativos.

História

O uso de hardware e software para educação data do início da década de 40, quando pesquisadores americanos desenvolveram simuladores de voo. Sistemas pioneiros de computador incluem PLATO (1960), desenvolvido pelo engenheiro Donald Bitzer da Universidade de Illinois (EUA). Por causa de seu alto custo não foi utilizado pela maioria das instituições.
Com a chegada do computador pessoal em 1975, os usuários não mais dependiam de universidades ou apoio do governo para desenvolver softwares, podendo fazê-lo em suas casas e escolas. No começo dos anos oitenta, a disponibilidade de PCs fomentou a criação de empresas e organizações sem fins lucrativos especializadas em software educativo. Nos Estados Unidos,Brøderbund e Learning Company são alguns exemplos.

Conceito

Giraffa (1999) defende que a visão cada vez mais consensual na comunidade da Informática Educativa é a de que "todo programa que utiliza uma metodologia que o contextualize no processo ensino e aprendizagem, pode ser considerado educacional.”

Utilização

O uso do computador como ferramenta educacional tem se mostrado útil e proveitoso no processo de ensino-aprendizagem. Contudo, é importante frisar que o software educativo não deve ser tomado como algo que independe da orientação de professores e/ou tutores, dentro de um contexto educacional propício e inovador.
Por exemplo, ao utilizar as teorias construtivista e sócio-interacionista, onde o aluno é convidado a ser sujeito de sua própria aprendizagem, construindo seu conhecimento através de sua relação com o meio, o software educativo não é o centro das atenções. Ele funciona apenas como um instrumento lúdico que catalisa obtenção de conhecimento, refletindo e representando a filosofia cognitiva que o abraça e não deve ser em momento algum algo possa causar dependência pedagógica (José Armando Valente).
Igualmente importante é observar a qualidade dos softwares que têm sido produzidos. É adequado à faixa etária a que se destina? É visualmente aprazível? Proporciona feedback? Quão acessível e/ou navegável ele é? É difícil de ser instalado? Motiva e desperta o aluno para o conhecimento? Todos estes pontos devem ser levados em conta na hora de adquirir ou mesmo usar o software em sala de aula.
Ainda, existem formas de se classificar os softwares através dos níveis de aprendizado que eles proporcionam. Podemos ter softwares seqüenciais (onde o aluno aprende com informações transmitidas de forma seqüencial e repetitiva), relacionais (há interação do aluno com a tecnologia, somente) e criativo (através da utilização da tecnologia, o aluno interage com outras pessoas, que compartilham de objetivos comuns).

Paradigmas Educacionais

No contexto da avaliação do software educacional, torna-se importante registrar uma convergência percebida entre estas várias taxionomias. Percebe-se uma linha divisória clara entre os software educacionais, esta linha é definida por concepções educativas bastante distintas. De um lado da está o paradigma comportamentalista (modalidade dura e enfoque algorítmico) e do outro lado está o paradigma do construtivismo (modalidade branda e enfoque heurístico).
Sob o paradigma comportamentalista serão enfocadas as categorias: Tutorial e Exercício e Prática:
Tutoriais - Sob quais aspectos justifica-se o uso dos recursos computacionais na proposta? Com relação a motivação para o aprendizado e a apresentação dos conteúdos: A estratégia motivadora utilizada é eficiente e adequada? O ritmo de trabalho é controlável? O conteúdo está desenvolvido corretamente? O diálogo é rico e bem formulado?
Com respeito a aplicação dos conhecimentos e retro-alimentação: A sequência de problemas propostos é adequada? Permite tratamento personalizado do erro com estratégias corretas de reforço? O resultado final alcançado pelos alunos é satisfatório?
Exercício e Prática - Excetuando-se a etapa da apresentação do conteúdo esta modalidade reproduz a anterior, devendo ser observados portanto os mesmos aspectos.
Sob o paradigma comportamentalista a qualidade da estratégia educacional deve ser medida a nível da eficácia em se provocar determinados comportamentos de maneira a não causar esforços e angústias desnecessárias.
Sob o paradigma construtivista percebe-se uma maior dificuldade quando se tenta delinear o processo de avaliação da utilização dos recursos computacionais na educação. Estas dificuldades eram de se esperar, uma vez que sob este paradigma os objetivos a serem alcançados no processo educacional, não se expressam através da obtenção de comportamentos que devam ser obrigatoriamente mensuráveis. Sob este paradigma serão enfocadas as seguintes categorias:
Simulações - A vivência concreta da experiência é inviável por questões financeiras, temporais, geográficas ou de periculosidade? O software permite o enriquecimento cognitivo da experiência ampliando o leque das informações assimiláveis?
Este enriquecimento pode se dar via a introdução de interfaces que permitem a captação e o tratamento simultâneo de uma grande massa de dados. Pode dar-se também via a facilidade na repetição do experimento um grande número de vezes o que permitiria a criação de uma sensibilidade mais aguçada a respeito do relacionamento das variáveis envolvidas na experiência. Mas principalmente, por permitir maior flexibilidade em alguns casos e noutros por permitir o controle a nível ideal, das variáveis de entrada do modelo, o computador pode possibilitar a realização da experiência sob condições dificilmente obtidas na realidade.
Jogos Educativos - Os jogos educativos intencionam introduzir às simulações uma componente lúdica e prazerosa.
Além dos simuladores e jogos educativos foram mencionados muitos outros tipos de uso para os computadores. Sob o paradigma construtivista a avaliação deve se encaminhar no sentido de definir: o potencial cognitivo da proposta, o nível de satisfação e de interesse demonstrado pelos alunos, o nível de sociabilização fomentado entre os alunos, o nível de interação permitido entre o ambiente e o aprendiz.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_educativo

 

 Por: Isis Letícia Tavares da Rocha 



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

WINDOWS X LINUX X MAC

Entra ano, sai ano, e é sempre aquela conversa entre usuários de informática sobre a superioridade ou simplesmente sobre as características de seus sistemas operacionais.  Os fanboys da Apple, Microsoft e os undergrounds do Linux caem na tapa quando o assunto é debater o desempenho de suas máquinas.

Vista ou XP? Windows, Mac ou Linux? Graças à onipresença dos processadores Intel e ao trabalho de incontáveis desenvolvedores de software, você não precisa ter apenas um deles instalado.
Agora as máquinas da Apple podem executar o Windows XP e o Linux. O Vista está disponível em computadores novos, mas também é possível fazer boot no mesmo computador com um disco Linux Ubuntu (disponível de graça para download).
Melhorias em programas de virtualização, junto com os avanços de hardware e a padronização em CPUS x86, permitem que qualquer sistema operacional hospede versões virtuais de qualquer outro sistema operacional.

LONGA VIDA AO WINDOWS XP

Deixemos de lado o furor causado pelo Windows Vista. Antes de irmos para o novo rebento da Microsoft, vamos falar algumas palavras sobre o bem conhecido XP. Apesar de sua reputação de limitado em termos de segurança, rapidamente se tornou um sistema operacional bem-sucedido.
Antes dele (e seu admirável antecessor, o Windows 2000), os sistemas da Microsoft travavam, apresentavam erros e falhavam toda semana e às vezes todo dia.
Não que as falhas não aconteçam mais, mas fi caramde guerra. O Service Pack 2, o Windows Security Center e o Internet Explorer 7 taparam muitos buracos, mas o XP ainda será o alvo preferido de hackers, crackers e malwares por muito tempo. Os firewalls, programas antivírus e proteção contra spywares vão continuar importantes como sempre.
Segundo a Forrester Resaerch, 40% das empresas clientes de Windows irão migrar para o Vista no próximo ano; e a adoção por parte dos consumidores comuns irá crescer gradualmente de 12 milhões de usuários no primeiro ano para 73 milhões em quatro anos.
A Microsoft continuará a lançar os pacotes de reparos do XP por pelos menos cinco anos depois do lançamento do Service Pack 3 (previsto para 2008). Então, não há motivo para ter pressa e correr logo atrás do Vista.

DE OLHO NO VISTA

O Windows Vista trouxe muitas melhorias em termos de segurança (apesar de ainda ser recomendável utilizar um firewall de terceiros), junto com novos utilitários e atributos. Contudo, o que deixa o Vista atrativo para tantas pessoas é a aparência. O ambiente Aero mostra janelas, ícones e outros elementos da área de trabalho com mais cor, tonalidades e sombreamento e, pela primeira vez, transparência.
Bordas translúcidas de janelas, menus e barras de título lembram o usuário de outros aplicativos esquecidos; e o recurso Flip 3D é claramente inspirado no Exposé, da Apple.
O Media Player, Painel de Controle, e-mail e interfaces de foto são evidências de que muitas das alterações do Vista são superficiais.
Mexendo um pouco mais percebe-se que as mesmas caixas de diálogo do XP estão presentes na nova estrutura de menus. Os gamemaníacos podem ter grandes dividendos na migração para o Vista. O DirectX 10 promete acelerar os novos (e alguns velhos) jogos e (atenção!) não estará disponível no XP.
A Windows Presentation Foundation do Vista vem para facilitar o trabalho dos desenvolvedores na produção de aplicativos gráficos. Contudo, as inovações da Vista têm seu preço.
Testes recentes do PC World Test Center mostraram que, apesar do Vista ser bem executado num hardware recomendado pela Microsoft, o Windows XP executa os mesmos aplicativos mais rapidamente. Então, a menos que você possa tolerar uma queda no quadro geral de desempenho, faça um upgrade do sistema operacional junto com um upgrade do hardware. No entanto, com um equipamento razoavelmente bom, o Vista oferece rápidos resultados de busca para documentos, arquivos, e-mails e sites.

MORDIDA NA MAÇÃ

Disposto a uma mudança mais radical? Apesar de o sistema operacional da Apple e o Windows geralmente permitirem a realização das mesmas tarefas, a interface Mac mostra ter menos camadas, níveis e configurações ocultas.
E nem é preciso dar adeus ao Windows. O Boot Camp, da Apple, permite que Macs baseados em chips Intel executem Windows e outros
sistemas operacionais x86 (como o Linux, por exemplo).
Agora tantos os aficionados quanto os usuários normais que gostam da simplicidade do OS X, mas precisam trabalhar em aplicativos Windows XP, Vista ou Linux podem ter todos esses sistemas operacionais num só computador.
A Apple ainda não permite que o OS X seja executado em sistemas “não-Mac”, o que deixa o hardware da Apple como o único capaz de ter todos os sistemas operacionais. E com a adição de softwares de virtualização gratuitos da Parallels e da VMWare, os Macs podem executar esses sistemas operacionais simultaneamente.
O programa da Parallels ainda oferece um atributo único e curioso, o Coherence, que executa aplicativos virtua lizados do Windows lado a lado com os programas do OS X. Neste momento, as duas empresas trabalham para acrescentar aceleração 3D a seus produtos, o que poderia fazer dos games em sistemas operacionais virtualizados uma realidade.
Mas a maior novidade da Apple será o lançamento do Mac OS X 10.5, também conhecido como Leopard.
A atualização promete uma pequena, mas desejável, coleção de novos atributos, incluindo a Time Machine (um novo sistema de backup automático que permite a alternância entre versões antigas do arquivo).
O Leopard ainda trará suporte para listas de tarefas fixas e integradas em e-mail, uma expansão da ferramenta de busca Spotlight e um atributo de área de trabalho virtual parecido com o Exposé.

NOS DOMÍNIOS DO PINGUIM

Distribuições como o popular Ubuntu ainda têm um longo caminho a percorrer para mudar a fama do Linux de sistema complexo e de difícil instalação – mas não há como negar que já foi feito um grande progresso.
O CD de inicialização do Ubuntu, o DesktopCD,permite que o usuário veja como quer o Linux (e um pouco de como o sistema gostaria que seu PC fosse) sem precisar instalar nada no disco rígido. Alguns cliques a mais e logo se têm espaço para o Ubuntu e para configurá-lo no HD, junto com o Windows.
Uma vez com o sistema operacional no lugar, alguns poucos aplicativos simples permitirão que o usuário escolha e instale diversos programas gratuitos, incluindo os de produtividade, multimídia e desenvolvimento.
Uma outra distribuição popular, o OpenSuSE, da Novell, oferece utilitários de configuração e bibliotecas de aplicativos tão fáceis de navegar quanto os do Ubuntu. Ambas as versões Linux possuem correções de bugs freqüentes e atualizações automáticas. E os fãs do Linux ainda poderão escolher entre dúzias de interfaces, incluindo as famosas Gnome e KDE.
Com sua requisição mínima de hardware e segurança sólida, o Linux é uma boa opção. Graças ao dual boot e opções de virtualização, incluindo diversos aplicativos de código livre e gratuitos, é possível experimentar o Linux mais atual sem precisar abrir mão de seu atual sistema operacional.


http://pcworld.uol.com.br/reportagens/2007/05/10/idgnoticia.2007-05-10.8781921411/




THATIANE ESTEVAM NUNES

Tecnologia da Informação e Comunicação

Tecnologia da Informação e Comunicação
A necessidade de comunicação é algo que está presente na vida do ser humano desde os tempos mais remotos. Trocar informações, registrar fatos, expressar idéias e emoções são fatores que contribuíram para a evolução das formas de se comunicar.
Com o passar do tempo, o homem foi aperfeiçoando cada vez mais sua capacidade de se relacionar e conforme as necessidades foram surgindo, ele foi se adaptando a elas e com isso a comunicação foi evoluindo.
A comunicação promove grandes avanços. Graças à troca de mensagens e conseqüentemente a troca de experiência, grandes descobertas foram feitas. O que seria da história humana se não fossem os desenhos nas cavernas, os hieróglifos egípcios e o enorme acervo de informações que nos foi deixado através da escrita? Todos esses exemplos são formas de deixar mensagens, ou seja, passar adiante um conhecimento, uma experiência, um fato ou uma descoberta.
Mas, seria a transmissão de informações a primeira função da comunicação? Decerto que sim, mas em um nível mais fundamental o ato de comunicação define a situação que vai dar sentido às mensagens trocadas. A circulação de informações é, muitas vezes, apenas um pretexto para a confirmação recíproca do estado de uma relação entre seres humanos (Lévy, 1999).
Falar sobre comunicação é algo extremamente complexo, uma vez que existem várias formas de comunicação. O objetivo aqui, é mostrar o quanto a informação, a troca de mensagens e o relacionamento humano são importantes para a evolução de novos conceitos, como por exemplo, o trabalho colaborativo (trabalho em equipe), a gestão do conhecimento, o ensino a distância (e-learning) que promovem uma maior democracia nos relacionamentos entre as pessoas e a diminuição do espaço físico/temporal.
Quando pensamos em um ambiente corporativo, a necessidade de comunicação aumenta consideravelmente, pois uma corporação tem por característica básica um grupo de pessoas percorrendo objetivos em comum. E sabemos que uma pré-condição para atingirmos objetivos em comum é que todas as pessoas envolvidas estejam sintonizadas com os mesmos objetivos e este tipo de sintonia só pode ser estabelecido através de uma comunicação objetiva, clara e eficiente.
Em uma corporação, atingir este nível de comunicação é muito complexo, pois existem barreiras culturais, sociais, tecnológicas, geográficas, temporais, dentre outras, que dificultam as pessoas se comunicarem, portanto um dos maiores desafios de uma corporação é transpor estas barreiras.
Outro ponto importante que deve ser levado em conta, no âmbito corporativo é o trabalho em equipe, a troca de informação em tempo real, o sincronismo de tarefas e todo um controle do fluxo de trabalho que envolve todos os membros dessa equipe.
Atualmente, os sistemas de informação e as redes de computadores têm desempenhado um importantíssimo papel na comunicação corporativa, pois é através dessas ferramentas que a comunicação flui sem barreira. Segundo Lévy (1999), novas maneiras de pensar e de conviver estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. As relações entre os homens, o trabalho, a própria inteligência dependem na verdade, da metamorfose incessante de dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição, criação e aprendizagem são capturados por uma informática cada vez mais avançada.
A evolução da tecnologia da informação tem sido gigantesca, vários sistemas corporativos foram criados, como, por exemplo, o e-mail, a agenda de grupo online, etc. Ainda neste contexto, pode-se considerar a descoberta da Internet como um grande marco e um dos avanços mais significativos, pois através dela vários outros sistemas de comunicação foram criados.
Hoje existem várias tecnologias que viabilizam a comunicação, porém, o que vai agregar maior peso a essas tecnologias é a integração, a colaboração de cada uma delas. Dentro desse cenário, é importante frisar uma interessante observação feita por Lévy (1999):
Atualmente, a maior parte dos programas computacionais desempenham um papel de tecnologia intelectual, ou seja, eles reorganizam, de uma forma ou de outra, a visão de mundo de seus usuários e modificam seus reflexos mentais. As redes informáticas modificam circuitos de comunicação e de decisão nas organizações. Na medida em que a informatização avança, certas funções são eliminadas, novas habilidades aparecem, a ecologia cognitiva se transforma. O que equivale a dizer que engenheiros do conhecimento e promotores da evolução sociotécnica das organizações serão tão necessários quanto especialistas em máquinas”.
Atualmente, estudos sistemáticos dos comportamentos econômicos nesta transição de século e de milênio vêm atribuindo um importante fator ao cenário econômico, tão impregnado pelos fatores da Era Industrial (bens de consumo durável, maquinário, trabalho mecânico e em série, produtos, etc.) e esse fator é o conhecimento – a dimensão crítica de sustentação de vantagens competitivas.
Nesta nova economia, as capacidades de inovação, de diferenciação, de criação, de valor agregado e de adaptação à mudança são determinadas pela forma como velhos e novos conhecimentos integram cadeias/redes de valor, como processos e produtos recorrem a conhecimento útil e crítico, bem como pela aptidão demonstrada pelas empresas, governos (organizações, em geral) e pessoal para aprender constantemente (Silva, 2003).
Vivemos na Era da Informação e do Conhecimento, um mundo novo, onde trabalho físico é feito pelas máquinas, cabendo ao homem a tarefa para a qual é insubstituível: ser criativo, ter idéias. A era da informação há algumas décadas vem sendo superada pela onda do conhecimento. Como o aumento da quantidade de informação disponibilizada pelos meios informatizados vem crescendo exponencialmente, agora, a questão está centrada em como gerir este mundo de informações e retirar dele o subsídio para a tomada de decisão.
Desenvolver competências e habilidades na busca, tratamento e armazenamento da informação transformam-se num diferencial competitivo dos indivíduos nas corporações.
Não basta ter uma grande quantidade de informação, é necessário que essa informação seja tratada, analisada e armazenada de uma forma que todas as pessoas envolvidas tenham acesso sem restrição de tempo e localização geográfica e que essa informação agregue valor às tomadas de decisão. É extremamente importante que haja um ambiente de trabalho integrado, onde os processos fluam e sejam administrados de forma transparente, que as tarefas e atividades a serem desenvolvidas pelas equipes tenham uma gestão centralizada, porém compartilhada.
Que o desenvolvimento de um determinado projeto seja organizado e disponibilizado para uma posterior consulta e fonte de pesquisa para projetos futuros, ou seja, é necessário criar um meio que resgate a memória e o bem maior de qualquer organização, que é o conhecimento gerado pelas pessoas que fazem parte dessa organização. É preciso ter um ambiente colaborativo, e posteriormente uma gestão do conhecimento que flui nesse ambiente de colaboração.
A Tecnologia da Informação (TI) tem um papel significativo na criação desse ambiente colaborativo e posteriormente a uma Gestão do Conhecimento. No entanto, é importante ressaltar que a tecnologia da informação desempenha seu papel apenas promovendo a infra-estrutura, pois o trabalho colaborativo e a gestão do conhecimento envolvem também aspectos humanos, culturais e de gestão (Silva, 2003).
Os avanços da tecnologia da informação têm contribuído para projetar a civilização em direção a uma sociedade do conhecimento. A análise da evolução da tecnologia da informação de acordo com Silva (2003) é da seguinte maneira:
Por 50 anos, a TI tem se concentrado em dados – coleta, armazenamento, transmissão, apresentação – e focalizado apenas o T da TI. As novas revoluções da informação focalizam o I, ao questionar o significado e a finalidade da informação. Isto está conduzindo rapidamente à redefinição das tarefas a serem executadas com o auxilio da informação, e com ela, à redefinição das instituições que as executam”.
Hoje, o foco da Tecnologia da Informação mudou, tanto que o termo TI passou a ser utilizado como TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação. E dentro desse universo, novas idéias como colaboração e Gestão do Conhecimento poderão ser edificadas, porém, mais uma vez é importante enfatizar que nenhuma infra-estrutura por si só promoverá a colaboração entre as pessoas, essa atitude faz parte de uma cultura que deverá ser disseminada por toda a organização, é necessário uma grande mudança de paradigma.
BIBLIOGRFIA
LEVY, Pierre. As Tecnologias da Inteligência. Rio de Janeiro: Editora 34 , 1993.
SILVA, Ricardo Vidigal da; NEVES, Ana. Gestão de Empresas na Era do Conhecimento. Lisboa:
Serinews Editora, 2003.


Thatiane Estevam Nunes

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Tecnologia da informação e comunicação

 

Tecnologia da informação e comunicação (TIC) pode ser definida como um conjunto de recursos tecnológicos, utilizados de forma integrada, com um objetivo comum. As TICs são utilizadas das mais diversas formas, na indústria (no processo de automação), no comércio (no gerenciamento, nas diversas formas de publicidade), no setor de investimentos (informação simultânea, comunicação imediata) e na educação (no processo de ensino aprendizagem, na Educação a Distância).
O desenvolvimento de hardwares e softwares garante a operacionalização da comunicação e dos processos decorrentes em meios virtuais. No entanto, foi a popularização da internet que potencializou o uso das TICs em diversos campos.
Através da internet, novos sistemas de comunicação e informação foram criados, formando uma verdadeira rede. Criações como o e-mail, o chat, os fóruns, a agenda de grupo online, comunidades virtuais, web cam, entre outros, revolucionaram os relacionamentos humanos.
Através do trabalho colaborativo, profissionais distantes geograficamente trabalham em equipe. O intercâmbio de informações gera novos conhecimentos e competências entre os profissionais.
Novas formas de integração das TICs são criadas. Uma das áreas mais favorecidas com as TICs é a educacional. Na educação presencial, as TICs são vistas como potencializadoras dos processos de ensino – aprendizagem. Além disso, a tecnologia traz a possibilidade de maior desenvolvimento – aprendizagem – comunicação entre as pessoas com necessidades educacionais especiais.
As TICs representam ainda um avanço na educação a distância. Com a criação de ambientes virtuais de aprendizagem, os alunos têm a possibilidade de se relacionar, trocando informações e experiências. Os professores e/ou tutores tem a possibilidade de realizar trabalhos em grupos, debates, fóruns, dentre outras formas de tornar a aprendizagem mais significativa. Nesse sentido, a gestão do próprio conhecimento depende da infraestrutura e da vontade de cada indivíduo.
A democratização da informação, aliada a inclusão digital, pode se tornar um marco dessa civilização. Contudo, é necessário que se diferencie informação de conhecimento. Sem dúvida, vivemos na Era da Informação.




Carlos Eduardo Silva Cavalcante

Tecnologia da Informação e Comunicação - TIC

O papel da tecnologia da informação e comunicação na melhoria do processo de ensino e aprendizagem

  
               Começa a se tornar comum nas escolas e universidades o uso de tecnologia da informação e comunicação (TIC) como recurso para melhoria do processo de ensino e aprendizagem. A incorporação de elementos multimodais incrementa os documentos digitais (isto é documentos com recursos de natureza multimídia) bem como melhora a acessibilidade a esses documentos. Isto vale para todos os indivíduos e também àqueles que possuem alguma deficiência. Trata-se de uma tecnologia que oferece múltiplas perspectivas as pessoas facilitando o processo de assimilação de algum conhecimento novo. Isto é ótimo para o processo de aprendizado.
              Perceba que o conhecimento codificado em documentos (e outros textos) possui, em geral, diferentes representações e as pessoas, similarmente, têm diferentes capacidades de assimilarem novos conteúdos. Note ainda que o entendimento de um novo conceito e aquisição de novo conhecimento depende da maneira que ele é apresentado às pessoas. O processo de aprendizado é altamente dependente da maneira que o indivíduo aprende. Dessa forma, documentos digitais que incorporam múltiplos recursos, isto é, possui vários recursos multimodais e interativos (isto é de natureza multimídia). Utilizar tais recursos, por exemplo, torna mais fácil o ensino e aprendizado de conceitos abstratos já que apresenta o novo conceito sob diferentes perspectivas. Um exemplo evidente é o uso da simulação como recurso para facilitar o aprendizado de novos conceitos. Exemplos de uso applets são ilustrados em http://polymer.bu.edu/wamnet.html e http://www-groups.dcs.st-and.ac.uk/~history/Java/index.html.
              Vale observar que maioria do material de ensino disponível hoje na Web está no formato HTML, o que limita a possibilidade de apresentar conteúdos multimodal e interativo. Essa situação, contudo, começa a mudar com o uso da linguagem XML (Extended Markup Language) combinado com outras aplicações, tais como MathML, SVG e SMIL. A XML oferece mais flexibilidade comparativamente a HTML. Se considerarmos o uso de MathML (www.w3.org/TR/REC-MathML), vê-se que ela é uma aplicação que oferece aos usuários recursos para processar e exibir conteúdo de matemática na Web. Isto pode ser feito mais facilmente com o uso de uma ferramenta de autoria e browser Amaya (http://www.w3.org/Amaya/). Trata-se de uma ferramenta de código aberto disponibilizada pelo Consórcio W3C. Outras aplicações que podem ser utilizadas em conjunto com a XML compreendem SVG (http://www.w3.org/Graphics/SVG/) e SMIL (http://www.w3.org/AudioVideo/).
               Embora as aplicações mencionadas acima (MathML, SVG e SMIL) já estejam disponíveis e possam ser utilizadas como recursos para incrementar o processo de ensino e aprendizagem, seu uso para este fim tem sido módico. Parte se deve ao desconhecimento e parte devido a falta de incentivos no sentido de aprimorar as formas atuais de aprendizado.
              Adicionalmente, observa-se que esforços de pesquisa têm se concentrado em estudos e testes empíricos, visando compreender e modelar a forma através da qual as pessoas executam suas tarefas, buscando-se capturar todos os aspectos das experiências e interações humanas no uso de ferramentas computacionais para o aprendizado. Nesse sentido, o ‘casamento’ do entendimento detalhado do ser humano com a compreensão aprofundada da tecnologia empregada permite a concepção e projeto de novos produtos.
              Essa preocupação se estende ao uso das TIC’s visando a melhoria do processo de ensino e aprendizagem. O uso das TIC’s na educação auxilia a compreensão de, por exemplo, conceitos abstratos visto que os estudantes podem alterar variáveis e verificar as mudanças resultantes. A disponibilidade do imenso armazém de dados que é a Web combinada com o uso de aplicações como MathML, SVG, SMIL oferece diversas perspectivas que podem ser exploradas pelo aprendiz, tornando a aquisição de novos conhecimentos mais fácil.
              Perceba que as ‘fronteiras’ da sala de aula estão em processo de mutação, facilitando cada vez mais o processo de consulta, ensino, aprendizado e colaboração entre estudantes, professores e profissionais de várias especialidades. Uma modesta parcela dos educadores já percebeu a riqueza das TIC’s e como elas podem aprimorar o processo de aprendizado. Todavia, é preciso ampliar esse número de modo a gerar multiplicadores para que uma parcela maior da sociedade possa se beneficiar.
 
Fontes:
 
por Alexandre Magno Santos 


As 10 principais diferenças entre o Windows e o Linux





É bastante comum encontrarmos comparações entre Linux e Windows. Algumas apontam pontos fortes e fracos de cada um, outras apenas atacam o rival. Porém, poucas são aquelas realmente tiram as dúvidas dos usuários.
Este artigo do TechRepublic aponta 10 principais diferenças entre os dois, sem ataques ou flames desnecessários. Vale lembrar que o Guia do PC obteve autorização por escrito da editora do TechRepublic, Jody Gilbert, para esta tradução não literal.

1. Acesso completo vs. Sem acesso


Provavelmente, a maior diferença entre o Windows e o Linux, é que no Linux você tem acesso completo ao código fonte. Isso ocorre porque o Linux está sob a GNU Public License (GPL), e todos os usuários, de todos os tipos, podem acessar (e alterar) o código do kernel do sistema. Você quer fazer o mesmo com o Windows? Boa sorte. A menos que você faça parte de um seleto grupo de pessoas, você nunca irá botar os olhos no código do Windows.

2. Liberdade de licença vs. Restrições de licença

Com um sistema Linux, licenciado sob a GPL, você é livre para modificar, lançar novamente e até vender os aplicativos que você usa (desde que mantenha o código fonte disponível). Além disso, com a GPL, você pode baixar uma simples cópia de uma distribuição Linux e instalar em quantas máquinas você queira. Com a licença Microsoft, você não pode fazer nenhum dos dois. Você é obrigado a usar apenas o número de licenças compradas. Se comprou 10 licenças do Windows para sua empresa, por exemplo, só pode instalar o Windows legalmente, em 10 máquinas.

3. Suporte online comunitário vs. Suporte via help-desk pago

Isso pode até ser um empecilho para que empresas usem o pingüim, mas, com o Linux, você tem suporte de um grande número de fóruns (como o Fórum Guia do PC), busca online e uma gama de sites dedicados sobre o assunto. E, claro, é possível comprar contratos de suporte com algumas grandes companhias de Linux, como a Novell e a Red Hat.
No entanto, se você quer suporte gratuito no Linux, não pode ter pressa. Isso porque, quando você reporta uma dúvida em um fórum de discussão, por exemplo, é possível que espere 10 minutos para que seja respondido, como também pode demorar horas ou dias, ou até mesmo nunca ser respondido. Geralmente, os principais problemas no Linux são documentados e, as chances de você conseguir uma resposta rápida é grande.
Do outro lado da moeda está o Windows. Sim, você tem o mesmo suporte de usuários Windows em fóruns que abordam o sistema, e pode contatar o suporte da Microsoft também. De muitas pessoas que contrataram o suporte pago do Linux, ou o suporte pago da Microsoft, não dá pra dizer qual fica mais satisfeita. Fica a dúvida: Por quê todo mundo insiste que o suporte da Microsoft é melhor que o do Linux?

4. Suporte completo de hardware vs. Suporte parcial

Um problema que aos poucos está sendo sanado, é o suporte a hardware. Anos atrás, se você pretendia instalar Linux, você teria que escolher a dedo todo o equipamento do seu computador, ou não teria uma instalação 100% funcional. Hoje esta teoria caiu por terra. Você pode pegar tanto um PC ou laptop (ou até mesmo um Mac) e a maioria das distribuições instaladas terão muitas chances de funcionar 100%. Claro, ainda existem algumas exceções, mas elas são cada vez mais raras.
Com o Windows, você sabe que cada parte do hardware irá funcionar no seu sistema. Claro, há uns e outros que, eventualmente, demandarão mais tempo na caça a drivers que você não possua o CD de instalação. Você então pode descansar tranquilo sabendo que aquela placa de vídeo de última geração provavelmente vai funcionar no máximo de sua capacidade.

5. Linha de comando vs. Sem linha de comando

Não importa onde a evolução do Linux chegue, ou quão fantástico o ambiente desktop possa se tornar, a linha de comando será sempre uma ferramenta imprescindível para propósitos administrativos. É difícil imaginar uma máquina com Linux sem a linha de comando. Entretanto, para o usuário final, já é algo bastante próximo da realidade. Você pode usar o Linux por anos sem jamais tocar na linha de comando, assim como você faz no Windows. E embora você possa utilizar a linha de comando no Windows, ela não será tão poderosa quanto é no Linux. A Microsoft tende a esconder o prompt de comando do usuário. A menos que você acesse o “executar” e entre com “cmd”, o usuário provavelmente nem saberá que a linha de comando existe no Windows. E mesmo que ele consiga acessá-la, qual é a sua real utilidade?

6. Instalação centralizada de aplicativos vs. Instalação descentralizada

Com qualquer distribuição Linux atual, você tem um local onde é possível procurar, adicionar ou remover softwares. São os gerenciadores de pacotes, como o Synaptic. Com ele, você pode abrir uma única ferramenta, procurar por uma aplicação (ou um grupo de aplicações) e instalar sem fazer qualquer busca na internet.
O Windows não tem nada parecido com isso. No Windows, você precisa saber onde encontrar o software que você pretende instalar, baixar o software (ou colocar o CD no drive), e executar setup.exe ou install.exe. Por muitos anos pensamos que instalar aplicativos no Windows era mais fácil que no Linux, e por muitos anos estavamos certos. Não agora. Instalar aplicativos no Linux é simples, indolor e centralizado.

7. Flexibilidade vs. Rigidez

É comum compararmos Linux e Windows a outros hábitos do cotidiano. Carros e motos, casas e apartamentos… mas vamos tentar nos ater ao desktop em si. A não ser que você pretenda pagar para instalar um aplicativo de terceiros, para alterar a aparência, por exemplo, no Windows você terá que se contentar com o que a Microsoft decidiu que é bom pra você. No Linux, você pode confortavelmente fazer seu desktop ter o “look and feel” que é a sua cara. Você pode ter exatamente o que você quer. Desde um ambiente gráfico simples, como o Fluxbox, até uma experiência 3D completa com o Compiz.

8. Fanboys vs. Corporativismo

Quisemos adicionar esse tópico pois mesmo o Linux tendo atingido um nível superior ao de projeto escolar, os usuários tendem a ser fanáticos que apelam para os mais diversos tipos de medidas para fazer você escolher o Linux e não o Windows. Muitos dos ditos fanboys ainda tentam recrutar novos para o bando, e isso é realmente muito ruim. Muitos acham que isso não é profissional. Mas por que algo que é digno de um trabalho de grandes empresas precisa de “animadores de torcida”? O programa não deveria fazer sucesso sozinho? O problema é que com a natureza livre do Linux ele tende a ter uma diferença de marketing em relação ao milionário orçamento da Microsoft. Por isso existe a necessidade de se ter mihares de fãs ao redor do mundo para espalhar o sistema. E o boca-boca é o melhor amigo do Linux.
Muita gente imagina que a imagem do Linux como sistema operacional possa ser prejudicada pelos fanboys do sistema. Mas preferimos discordar. Outra companhia, graças ao fenômeno de seu simples tocador de música e telefone, sofreu do mesmo problema, e até agora a imagem dela não foi prejudicada por isto. O Windows não tem estes mesmos fãs. No lugar disso, o Windows tem uma equipe de engenheiros certificados e gabaritados que acreditam nas momentâneas emoções de quando são apresentados dados mal interpretados de market share, fazendo-os acreditar que terão emprego garantido para o resto da vida.

9. Montagem automática de mídia removível vs. Montagem não-automática

Está fresco na memória os velhos tempos que tínhamos de montar o disquete para usá-lo e desmontar para removê-lo. Pois bem, isso está prestes a chegar ao fim – mas não completamente. Uma questão freqüente de novos usuários Linux é o modo como a mídia removível é usada. A idéia de ter que “montar” manualmente uma unidade de CD para acessar seu conteúdo é totalmente estranha para novos usuários. Há uma razão para isso ser assim. O Linux sempre foi uma plataforma multiusuário, por isso, pensava-se que forçar um usuário a montar uma mídia para usá-la ajudaria salvar os arquivos desse usuário de serem substituídos por outra pessoa. Pense nisso: Em um sistema multiusuário, se todos tivessem acesso instantâneo a um disco que foi inserido, o que impediria de excluir ou sobrescrever um arquivo que tinha acabado de ser adicionado à mídia? Agora as coisas têm evoluído ao ponto em que no Linux, subsistemas são criados e configurados de forma que você pode utilizar um dispositivo removível da mesma forma que utilizaria no Windows. Mas essa não é a regra. Sempre tem quem goste de editar o arquivo /etc/fstab, não é mesmo?

10. Run levels multi-camadas vs. Run level único

O Linux possui habilidade de funcionar em diferentes run levels. Com isso, dá para usar o Linux pela linha de comando (run level 3) ou via interface gráfica (run level 5). Assim, se algo ocorrer com o servidor gráfico X.org, você pode logar como superusuário (root) pela linha de comando e assim resolver o problema.
Com o Windows você terá sorte de usar a linha de comando em modo seguro – e então você pode (ou não) ter as ferramentas necessárias para resolver o problema. No Linux, mesmo no run level 3, você pode obter e instalar uma ferramenta para ajudá-lo. Ter diferentes run levels também é positivo de outras maneiras. Digamos que a maquina em questão seja um servidor Web ou de e-mail. Você quer disponibilizar a ele toda a memória instalada, portanto não poderá iniciar a maquina no run level 5. Entretanto, em certos momentos você precisará da interface gráfica para administrar o sistema (embora isso também seja possível por linha de comando). Graças ao comando startx a partir da linha de comando no run level 3, você terá acesso a interface gráfica também. No Windows você ficará preso ao run level gráfico, exceto quando enfrentar um problema realmente sério.



http://www.guiadopc.com.br/artigos/3394


                                                    Clodoaldo de Oliveira Santos Junior